Caer Arianrhod - O Ciclo das Estações


Caer Arianrhod significa: Fortaleza de Arianrhod, ou a Via Láctea. Arianrhod é a deusa mantenedora do “Disco de Prata” que é uma Roda de Prata com oito raios que representam a Roda das Estrelas. A deusa Arianrhod é a representação da Mãe que é sempre virgem, aquela que dá a luz ainda que não pertença a homem algum. De seu trono astral, ela coloca tarefas a nossa frente enquanto a Roda da nossa vida vai girando. Arianrhod é a deusa de processos iniciativos e testes, mas também uma deusa de ciclos (Roda), ela é associada ao amanhecer, a claridade que vem ao mundo todos os dias e que parte com o auge do dia. 
A Roda do Ano gira no sentido do Sol (sentido horário). A trajetória do Sol em seu movimento circular, marca a paisagem na natureza, um período cíclico que se repete a cada ciclo da vida: nascimento (Imbolc / Clandemas), crescimento (Ostara), florescimento (Beltane), amadurecimento (Litha), frutificação (Lughnassad), envelhecimento (Mabon), morte (Samhaim / Halloween), decomposição (Yule) e novamente o renascimento, reiniciando o ciclo. Os antigos povos mantinham uma relação simbólica com a natureza. As transformações da natureza eram celebradas em festivais chamados Sabbats.
Os antigos povos Celtas eram povos nômades e pacifistas, eles permaneciam em determinado solo até que outro povo invasor os expulsassem para novas terras, somente quando chegaram á Irlanda é que os Celtas resolveram fixar sua morada e partiram para a batalha, lutando pelo seu território. Em função dessas constantes mudanças, a paisagem ao seu redor também sofria alterações, mediante as mudanças das estações em lugares diferentes. Em virtude disto os Druidas resolveram adotar um calendário fixo para a celebração dos seus Rituais, então adotaram o movimento das estrelas, a Astrologia (de origem Caldéia, estudo desenvolvido por Zoroastro), para marcar os seus Rituais, uma vez que em qualquer local onde estivessem o movimento das estrelas seguia sempre o mesmo curso.
O referencial do tempo druídico é muito diferente desse tempo linear que conhecemos. Quando um Druída ou uma Bruxa fala de tempo, se refere à energia do tempo maior, do tempo de Deus. As estações do ano, os Ciclos da Lua, os dias da semana e os planetas regem a hora de cada ação no plano terreno, porém a hora de Deus rege um tempo maior, rege o ciclo de tempo que o planeta Terra faz em torno do Sol, o ciclo do tempo que os Sóis percorrem dentro da Via Láctea, nossa Galáxia e o ciclo de tempo que as Galáxias percorrem no Universo conhecido por nós, e provavelmente o ciclo de tempo que os Universos a nós desconhecidos também percorrem. A Caer Arianrhod, a Roda do Ano Celta, segue este ciclo astrológico (conforme descrito na imagem acima) que comunga com a natureza de todas as coisas no universo.

SABBÁTS



Os Sabbts são datas comemorativas que sinalizam um maior fluxo de energia, conhecendo sua natureza conseguimos alinhar o nosso propósito com a frequência da Natureza.
O termo Sabbáts vem do grego Sabatu e significa “Descansar”.
Os Sabbáts são as oito celebrações tradicionais cultuadas anualmente, se originam de antigas religiões pagãs europeias, celtas e xamãnicas.
Os quatro Sabbáts maiores, também chamado de os “Quatro Grandes Festivais” ou “Quatro Quartos” são: Samhain, Candlemas, Beltane e Lammas; acontecem entre os Sabbáts que marcam as quatro estações.
Os quatro Sabbáts menores que marcam a entrada das estações: 2 solstícios e 2 equinócios, também chamados de “Quartos Cruzados” são: Ostara (Primavera), Litha (Verão), Mabom (Outono) e Yule (Inverno). Os  Sabbáts dos “Quartos Cruzados” comemoram as forças da criação e transformação da natureza, marcando suas estações com festividades tradicionais Celtas.


Os 8 Sabáts acontecem nas seguintes datas:


Tradição Celta – Hemisfério Norte



31/10 – Samhaim (Halloween).
21/12 – Yule (Alban Arthuan).
02/02 – Candlemas (Imbolc ou Oimelc).
21/03 – Ostara (Eostre ou Alban Eilir).
01/05 – Beltane.
21/06 – Litha (Alban Heflin).
02/08 – Lammas (Lughnassadh).
21/09 – Mabon (Alban Elfed).


Roda do Ano – segundo as estações no Hemisfério Norte:


02/02 – Candlemas (Imbolc ou Oimelc).

21/03 – Primavera - Ostara (Eostre ou Alban Eilir).

01/05 – Beltane.

21/06 – Verão - Litha (Alban Heflin).

02/08 – Lammas (Lughnassadh).

21/09 – Outono - Mabon (Alban Elfed).

31/10 – Samhaim (Halloween).

21/12 – Inverno - Yule (Alban Arthuan).

Tradição segundo as Estações no Hemisfério Sul:


02/02 – Lammas (Lughnassadh).
20 a 23/03 – Outono - Mabon (Alban Elfed).
01/05 – Samhaim (Halloween).
20 a 23/06 – Inverno - Yule (Alban Arthuan).
02/08 – Candlemas (Imbolc ou Oimelc).
20 a 23/09 – Primavera - Ostara (Eostre ou Alban Eilir).
31/10 – Beltane.
20 a 23/12 – Verão - Litha (Alban Heflin).
Algumas tradições adotam as datas dos solstícios e equinócios do hemisfério sul para os Sabbáts dos “Quartos Cruzados”, mas preservam as datas dos Sabbáts dos “Quatro Quartos”:
02/02 – Candlemas (Imbolc ou Oimelc).
20 a 23/03 – Outono - Mabon (Alban Elfed).
01/05 – Beltane.
20 a 23/06 – Inverno - Yule (Alban Arthuan).
02/08 – Lammas (Lughnassadh).
20 a 23/09 – Primavera - Ostara (Eostre ou Alban Eilir).
31/10 –Samhaim (Halloween).
20 a 23/12 – Verão - Litha (Alban Heflin).
Ao comemorarmos os Sabáts confraternizamos com festividades da tradição milenar, nos alinhando e participando da vibração enviada ao universo nestas datas por todos que comungam com esta mesma energia.
Alguns se afinisam com a energia dos Sabbáts tradicionais do Hemisfério Norte, por ser uma tradição milenar, mais antiga e conter uma cadencia mais frequente e energia mais ampla, uma vez que todas as Bruxas em todas as partes do mundo emitem uma vibração enviada nestas datas. Outros preferem comemorar as datas dos Sabbáts segundo as estações no Hemisfério Sul. É possível comemorar as datas tradicionais, apenas alterando o propósito relativo às estações no hemisfério sul. Não existe certo ou errado em magia, o que existe é afinidade. Descubra qual a frequência que mais se afinisa com o seu Ser. Dentro de um grupo podem acontecer divergências a respeito destas datas comemorativas, cabe ao grupo chegar a um consenso e aqueles que não estiverem de acordo, devem acatar a decisão do grupo e particularmente realizar o seu ritual de afinidade.

SABBÁT CANDLEMAS / IMBOLC / OIMELC



Outras Denominações: Candlemas, Imbolc, Imbole, Oimelc, Dia da Senhora
Data: 02/02
Horário3:00 hs
ElementoÁgua
EstaçãoHN – transição do Inverno – Primavera / HS – Transição do Verão - Outono
DireçãoNE
Fase da Lua:
Deuses Cultuadosdeusa Bríghid, Santa Brígida
SimbolosEspuma do Mar, Semem, Flocos de Neve, Época de Lactação das Ovelhas
Talismã: Vassoura de Bruxa, Cruz de Santa Brígida
Animal Símbolo: Animais Aquaticos, Salmão, Golfinho
CelebraçãoBrighid deusa trípice Celta, do fogo, da criatividade e do renascimento. A chama da forja, a chama da inspiração da mente e a chama da cura. No HN a deusa virgem retorna de seu repouso nos meses de inverno, ela reaparece para trazer luz à escuridão, representa a luz, a purificação espiritual e a esperança para a primavera, quando haverá um novo plantio e com ele uma nova colheita. A deusa virgem simboliza a espontaneidade, a pureza da alma, os sonhos impossíveis que se acreditarmos se tornarão possíveis, a esperança com a chegada de um novo dia, um novo renascer, um novo amanhã. Neste dia celebra se a deusa Brighid com rituais de profecia, divinação e cura.
Ritual Celta: Varredura do círculo com uma vassoura de Bruxa. Realizado pela Alta Sacerdotisa do Coven, que porta usa uma coroa de 13 velas na cabeça. Procissão à luz de archotes para purificar e fertilizar os campos antes do plantio das sementes, glorificando e agradecendo as deidades e os espíritos associados. Traçar um círculo no chão e de dentro para fora “varrer” todas as coisas ruins de nossas vidas, depois disso, acender uma vela para iluminar o caminho do novo tempo e as coisas boas que irão acontecer.
Reflexão: Anuncia o começo de um novo Ciclo, de novas esperanças, de uma colheita melhor. É a chegada de um novo renascer, no qual as novas oportunidades serão dadas àqueles que estiverem sintonizados com a deusa.
TrilhaInspiração
Meditação - Itinerário para a Jornada: Como encontrar a verdadeira Inspiração
Rituais - Vivência: A Força do Mar
ÁguasMar
Cristais: Água marinha, Quartzo leitoso, Larimar
AlimentosSementes, nozes e castanhas
Ervas: Alfazema, angélica, balsamo, verbena, flores brancas
BanhosRegenerador para o Sistema Imunológico
Terapias: Banhos, Watson, Massagem com Conchas
CoresBranco, azul claro
VelasBranca, azul claro, rosa, vermelha e marrom
Incensos: Alfazema, lavanda, manjericão, mirra
VestimentaBranco (transparência, purificação, mostra-se como se é realmente)


SABBÁT  OSTARA / EOSTRE / ALBAN EILIR



Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta

SABBÁT  BELTANE




Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta

SABBÁT  LITHA / ALBAN HEFLIN




Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta

SABBÁT  LAMMAS / LUGHNASSADH




Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta

SABBÁT  MABON / ALBAN ELFED



Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta

SABBÁT SAMHAIN / HALLOWEEN


Outras Denominações: Samain, Hallowmas, Véspera de Todos os Santos, Véspera de Todos Sagrados, Festival dos Mortos, 3º Festival da Colheita)
Data: 31/10.
Horário: 21:00 hs.
Deuses Cultuados: Samhain, Deusa Tríplice da Lua: Ártemis a Donzela, Deméter a Mãe e Hécate a Anciã, Morrigham (Mari, Morgana), Maeve (Mabde, Badbh), Macha, Emain, Cerridwen.
Simbolos: Corvo, Cabeça de Abóbora, Esqueleto.
Elemento: Terra. Instinto: Visão.
Estação: Samhain
Direção: NO – Noroeste: quando os ventos sopram do noroeste, são ventos que trazem mudanças, mudam a temperatura, mudam as vibrações, anunciam uma nova estação.
Fase da Lua: Lua Balsâmica: É a fase que acontece entre a Lua Quarto Minguante e a Lua Nova. Sua energia é regeneradora, libertando-nos de tudo o que é falso, dissolvendo os nossos apegos e as nossas limitações; encaminhando-nos para novos caminhos. É a Lua da renovação, da meditação, da purificação e da preparação para o novo ciclo.
Animal Símbolo: Corvo.
Instinto
Celebração: Halloween homenageia o Ano Novo Celta; corresponde ao término do Verão e a chegada do inverno no Hemisfério Norte, quando o Sol começa a declinar e a perder a sua força. Esta Celebração marca final do Verão e a chegada do Inverno.
É quando armazenamos as nossas forças, o fruto de nossa colheita realizada no Equinócio de Outono (Mabon) e nos preparamos para o inverno, para a descida nas sombras interiores do nosso Ser. Após a cerimônia de Iniciação realizada no Mabon, no Halloween iniciamos a nossa Jornada Espiritual rumo à escuridão, para ali descobrirmos a nossa Luz.
Neste dia os Portais que separam o nosso mundo do mundo mágico (Sidh) se abrem e todos os seres encantados vêm nos visitar. Este é o dia de se reverenciar ao Espírito dos Mortos, ao Espírito dos nossos Antepassados. Neste dia os espíritos dos mortos percorrem a Terra e vem visitar seus parentes.
O Esqueleto simboliza a imortalidade, uma vez que os ossos são a parte mais resistente e a última a se decompor com a morte do corpo físico.
Samhain era o Senhor Celta da Morte e governante de todas as forças das trevas. Nesta data acreditava-se que Samhain permitia que as almas dos mortos voltassem aos seus lares terrenos, com o intuito de transmitir o conhecimento dos antepassados aos seus sucessores.
A Véspera de Todos os Santos (31/10)  representava a deterioração e a transformação das forças naturais. Já o dia seguinte, o Dia de Todos os Santos (01/11) homenageia-se aos Espíritos Iluminados que atravessam aos Portais e vem a Terra para iluminar aos homens no novo ano, no novo ciclo que se inicia.
Este dia é dedicado à meditação, recolhimento e introspecção; é a época certa para se fazer pedidos para o novo ano que se inicia. Favorável à divinação com Bola de Cristal e Runas. Fazer preces para as almas e famílias do plano espiritual. Fazer pedido secreto diante do espelho a luz de velas e queimar estes pedidos no caldeirão a meia-noite, para que os Seres encantados realizem os nossos desejos.
Ritual Celta: Para os Celtas o Dia começa ao anoitecer. A cada anoitecer lembram-se que a Deusa, com sua Magia e seus Mistérios reinará através da Lua, das emoções e das intuições. Mostrando-nos que enquanto os homens se acalmam e repousam depois de um dia intenso de trabalho externo, durante a noite, os Sacerdotes e Sacerdotisas começam o semear de um novo dia nos mundos internos.
No dia 31/10, ao pôr-do-Sol (18:00 hs) por ordem dos Druídas, o povo Celta apagava o fogo da lareira de suas casas. Mais tarde, as 21hs, o Arquedruída acendia uma fogueira sagrada, invocando a Sabedoria dos Espíritos dos Antepassados. Este fogo era distribuído por todos os Lares. O Fogo Sagrado era transportado por Cavaleiros, através de carvões em brasa, carregados em lanternas confeccionadas na abóbora (moranga) ocas e com aspecto de cabeças humanas. A intenção era a de que a Luz Divina se instalasse na mente das pessoas. Depois de reanimar o fogo nas lareiras domésticas, as lanternas de abóbora eram colocadas na janela, para afastar aos maus espíritos e comunicar ao povoado que naquele Lar o Fogo Sagrado havia se instalado; o que equivale dizer que os lares que expunham a lanterna na janela compactuavam com a Luz, em meio as trevas invernais. Este Fogo Sagrado deveria queimar na lareira, incessantemente, durante todo o Inverno; até que a Primavera retornasse trazendo o calor e a luz do Sol de volta. Se acaso este fogo se apagasse em algum lar, era sinal de mau agouro.
Reflexão: Perceba o mundo físico e espiritual à sua volta. Faça uma reflexão sobre a sua ancestralidade. Reverencie seus mortos. Este é um período em que é preciso morrer em muitas coisas. Trabalhe com o desapego. Armazene boas idéias e pensamentos. Aprenda a armazenar coisas materiais, cuidando dos seus pertences e valores, e evitando os desperdícios. Analise o ano que se passou e estabeleça metas para o próximo ano.
Trilha: Purificação: trata do auto esclarecimento e da verdadeira visão. O outro nome para este caminho é “a primeira morte”, e geralmente funciona como uma importante parte do desenvolvimento do aprendiz, limpando, purificando sempre que necessário. Esse ato de reprocessamento tem de ocorrer em todas as experiências espirituais e assinala o final de um ciclo e o início de outro. Esse é o caminho do druída-vidente, que segue o sentido da verdadeira visão do Outro Mundo para enxergar o coração de todas as coisas. Explore essa trilha quando necessitar de verdade e de justiça, ou quando precisar de purificação para executar um determinado trabalho.
Meditação - Itinerário para a Jornada: Viaje astralmente, voltado para o Noroeste, usando seu sentido mundano da visão para orienta-lo e para criar o cenário. Você desce ao Mundo Inferior, onde encontra Arawn em seu salão. Diante dele está o Caldeirão do Renascimento; deposite em seu interior qualquer parte sua que deseje curar, e veja o que salta do caldeirão em seu lugar. Isso pode ocorrer na forma de símbolos. Apanhe o objeto e coloque-o diante de seu corpo, permitindo que o símbolo penetre em seu interior.
Rituais - Vivência: Afastando o mal e atraindo o bem – Esta é uma época propícia para queimar energias negativas e maus pensamentos, dificuldades, obstáculos e doenças. E uma época boa para atrair boas energias para o novo ciclo que se inicia.
Escreva em duas folhas de papel em branco, sem pauta. Numa escreva tudo o que deseja que seja eliminado de sua vida: problemas, situações e energias que lhe causam mal; na outra escreva o que quer atrair para sua vida: projetos novos, saúde, prosperidade, amor, etc. No final de cada folha escreva: “Se for para o bem de todos.” Acenda uma vela preta em seu caldeirão e queime primeiro o papel em que está escrito o que deseja eliminar de sua vida, enquanto queima mentalize tudo o que descreveu, desaparecendo definitivamente de sua vida; peça ao deus que morre que elimine as forças negativas de sua vida; espere a vela apagar. Depois acenda uma vela laranja em seu caldeirão e queime o papel com os pedidos; mentalize a realização de todos eles; coloque no fogo algumas folhas de louro com um pouco de açúcar; mentalize a deusa elevando seus desejos aos deuses.
Águas: Névoa (água de Ar).
Cristais: Dolomita, Obsidiana, Ônix e Turmalina Negra.
Alimentos: Bolo dos Morto (bolo que devera ser repartido em partes iguais para todos os presentes na cerimônia, com o intuito de alimentar a cada um com a sabedoria dos seus ancestrais), Torta de Abóbora, Maçãs, Avelãs, Milho, Bolo de Amoras Silvestres, Cerveja, Sidra, Hidromel e Chás de Ervas.
Ervas: Cavalinha, Confrei, Maçã, Sálvia,Verbasco, Bolotas e Folhas de Carvalho, Giesta, Beladona, Dictamo, Fetos de Samambaia, Linho, Fumária, Urzem, Abóboras e Palha.
Banhos: Banho de água do mar ou de sal grosso.
Cores: preto e laranja.
Velas: formar um círculo com 13 velas alternadas em preto e laranja (as velas pretas simbolizam as coisas que queremos tirar de nossas vidas e as velas laranja simbolizam as coisas as quais queremos iluminar neste novo ciclo. Ao acender as velas pronunciar: “Velas de Samhain do Fogo Brilhante, consagre este círculo de Luz”.
Incensos: nóz-moscada, sálvia, maçã, heliotrópio e menta.
Vestimenta: Roupa cerimonial longa e preta, colar de bolotas de carvalho e coroa de folhas de carvalho.

SABBÁT YULE / ALBAN ARTHUAN




Outras Denominações:
Data:
Horário:
Elemento:
Estação:
Direção:
Fase da Lua:
Deuses Cultuados:
Simbolos:
Animal Símbolo:
Celebração:
Ritual Celta:
Reflexão:
Trilha:
Meditação - Itinerário para a Jornada:
Rituais - Vivência:
Instinto:
Águas:
Cristais:
Alimentos:
Ervas:
Banhos:
Cores:
Velas:
Incensos:
Vestimenta