domingo, 2 de março de 2014

Oração um exercício para fechar-se em Luz


“Ao rezar, meditai. Desterrai todos os pensamentos inferiores. Aproximai-vos de Deus como o faríeis ao entrar num lugar sagrado.”
 








 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 










É sempre aconselhável realizar uma oração antes de iniciarmos nossa prática diária, com a finalidade de nos harmonizarmos com o nosso íntimo. Uma oração com a adequada às vezes coloca em funcionamento algum chakra que estava desarmonizado. Rezar em voz alta, com vigor e força em suas palavras, faz vibrar o Corpo Mental, colocando-nos em contato com esferas superiores. O raio de luz que emitimos ao rezarmos penetra tanto nas esferas superiores como nos planos inferiores. Somos responsáveis pelas orações que fazemos, portanto devemos rezar com pureza, sem jamais pedirmos por algo que violente o livre-arbítrio do outro ou que viole alguma lei cósmica maior. Para que nossa oração penetre nos planos mais elevados, é necessário rezar com o pensamento claro, direto, objetivo e positivo. Uma oração sincera, positiva e bem definida impede a entrada de pensamentos desequilibrantes e harmoniza o homem com Deus.


Exercício:
Ao acordar, antes de levantar-se, sente-se na cama e coloque os pés no chão para conectar-se com as energias telúricas (da Terra) e cósmicas (do Universo). Visualize um tubo de Luz Azul ao seu redor, lhe atribuindo força e proteção, e uma plataforma de Luz Violeta sob os seus pés, transmutando todas as energias não qualificadas. Abra o seu Chakra Cardíaco como um Grande Sol de Luz Violeta (máxima espiritualidade da transmutação), irradiando luz para todos os lados. Então faça uma oração de sua preferência, ou simplesmente diga: “Deus abençoe o meu dia”! Não saia de casa sem falar com Deus. Se você estiver fechado na energia da Luz, não tem como o seu dia não dar certo.
 
Fonte: “O Conde de Gabalis” Abade , Nicolas P. H. Montfaucon de Villars, ed. Kier; “Os Deuses Atômicos” de M, ed. Caioá; ”Milagres são Naturais ... Manifeste o seu!” de Carmen Balhestero, ed. Madras.